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Andropausa (Reposição Hormonal)

A testosterona é o principal hormônio sexual masculino e participa de funções que ajudam em todos os aspectos da vida, não apenas na vida sexual.

Ela influencia a massa muscular, a densidade óssea, a disposição física, o humor e a libido.

Com o envelhecimento, seus níveis tendem a diminuir de forma gradual, mas isso não significa que todo homem desenvolverá sintomas ou precisará de tratamento. 

Em São Paulo, um urologista para andropausa pode investigar se sinais como cansaço persistente, queda de libido e perda de força muscular realmente estão relacionados à testosterona baixa e indicar a conduta mais adequada. 

 Leia abaixo para entender melhor!

O que é andropausa (testosterona baixa)?

A andropausa é o nome popular dado ao quadro de testosterona baixa associado ao envelhecimento masculino.

Diferente da menopausa, ela não acontece de forma abrupta. A produção hormonal diminui lentamente ao longo dos anos e muitos homens passam por essa fase sem apresentar qualquer sintoma. 

A testosterona é produzida principalmente pelas células de Leydig, nos testículos, sob estímulo do hormônio luteinizante (LH), liberado pela hipófise. Uma pequena parcela também é produzida pelas glândulas adrenais. 

Quando seus níveis ficam abaixo do esperado e há sintomas compatíveis, a avaliação com um urologista para andropausa em São Paulo se torna importante para confirmar o diagnóstico.

Os sintomas mais frequentes incluem:

  • Diminuição da libido

  • Fadiga e perda de energia

  • Irritabilidade e alterações de humor

  • Redução da massa e da força muscular

  • Diminuição da densidade óssea

Esses sinais não são exclusivos da andropausa. Por isso, o diagnóstico nunca deve ser baseado apenas nos sintomas, mas também em exames laboratoriais e avaliação clínica.

Existe relação entre a andropausa e o câncer de próstata?

Uma das maiores dúvidas sobre a reposição hormonal masculina envolve sua relação com o câncer de próstata. A evidência científica atual mostra que a testosterona não causa câncer de próstata.

O cuidado está em outra situação: se o paciente já possui um tumor prostático ativo, a testosterona pode estimular o crescimento dessas células.

Por esse motivo, a investigação da próstata faz parte da avaliação antes do início do tratamento, e o acompanhamento urológico continua sendo necessário durante toda a reposição hormonal.

Benefícios da reposição hormonal masculina

Quando existe indicação médica e confirmação de testosterona baixa, a reposição hormonal masculina pode proporcionar melhora significativa na qualidade de vida. A decisão, porém, deve ser individualizada e feita após avaliação por um urologista para andropausa em São Paulo.

Entre os principais benefícios observados estão:

Área

Possível benefício

Ossos

Aumento da densidade mineral óssea e redução da perda óssea

Composição corporal

Redução da gordura corporal e ganho de massa magra

Força muscular

Melhora da força e do desempenho físico

Função sexual

Aumento da libido e melhora da função erétil em pacientes selecionados

Bem-estar

Melhora do humor e da disposição geral

Perfil cardiovascular

Pode reduzir LDL e manter o HDL estável em alguns pacientes

O objetivo da reposição não é elevar a testosterona acima do normal, mas restaurar níveis fisiológicos compatíveis com a idade e com as necessidades do paciente.

Riscos e efeitos adversos da reposição hormonal

Assim como qualquer tratamento médico, a reposição hormonal exige acompanhamento. A principal contraindicação absoluta é a presença de câncer de próstata ou câncer de mama.

Outros efeitos adversos podem ocorrer e precisam ser monitorados periodicamente:

Efeito adverso

Observação

Retenção de líquidos

Requer acompanhamento clínico

Apneia do sono

Pode piorar em pacientes predispostos

Ginecomastia

Aumento do tecido mamário

Aumento das hemácias

Exige controle por exames de sangue

Os possíveis impactos cardiovasculares ainda são objeto de pesquisa. Essa é uma das razões pelas quais o tratamento nunca deve ser iniciado por conta própria ou sem seguimento especializado.

A avaliação contínua feita por um urologista para andropausa em São Paulo permite ajustar doses e identificar precocemente qualquer alteração.

Acompanhamento e cuidados durante o tratamento

A reposição hormonal masculina não termina na prescrição da testosterona. O sucesso do tratamento depende de consultas periódicas, exames laboratoriais e monitoramento da saúde prostática.

Durante o acompanhamento, o médico avalia os níveis hormonais, hemograma, função hepática quando necessário e exames relacionados à próstata. 

Esse controle permite verificar se o paciente está respondendo adequadamente ao tratamento e manter sua segurança ao longo do tempo.

Por que buscar um urologista para andropausa em São Paulo?

A queda da testosterona pode ter diferentes causas, e nem todo homem com níveis reduzidos precisa de reposição hormonal.

É importante ter a interpretação dos exames, análise dos sintomas e investigação de outras condições clínicas que podem produzir manifestações semelhantes.

Por isso, procurar um urologista para andropausa em São Paulo é o caminho mais seguro para receber um diagnóstico preciso e um plano terapêutico individualizado.

Converse com a equipe do Dr. Fernando Almeida agora e tire suas dúvidas!

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Prof. Dr. Fernando Almeida

Sobre o médico

Quem assina este conteúdo

O Prof. Dr. Fernando Almeida é urologista, cirurgião e professor, atuando como chefe da disciplina de urologia da Escola Paulista de Medicina (EPM-UNIFESP). Possui pós-doutorado pela Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) e vasta experiência clínica, dedicando-se ao diagnóstico e tratamento das doenças do sistema urinário de homens e mulheres, do aparelho reprodutor masculino e das disfunções do assoalho pélvico feminino.

CRM-SP: 95644 · RQE: 30284