Enurese Noturna
Detalhes do Tratamento:
A enurese noturna é o nome técnico para o “xixi na cama” e consiste na perda involuntária de urina durante o sono.
É muito comum na infância, mas também pode persistir ou reaparecer na vida adulta.
Embora muitas famílias encarem o problema como uma fase que vai passar sozinha, em alguns casos é importante investigar por que ele está acontecendo.
O urologista para enurese noturno analisa os sintomas, como é o histórico do pacientes e os prováveis fatores para poder desenhar o tratamento.
Em São Paulo, o Dr. Fernando Almeida é especialista na investigação e na abordagem de alterações urinárias.
O que é a enurese noturna?
É uma condição que acontece com muita frequência e é definida pela ocorrência repetida do “xixi na cama” durante o sono em uma idade em que já esperado que a criança tivesse adquirido o controle da urina.
É importante não brigar ou zombar da criança. Essa é uma fase delicada e esse comportamento pode aumentar a ansiedade e piorar o problema.
A enurese noturna pode estar relacionada ao processo de maturação do controle da bexiga e também pode ser citada a influência familiar.
Ter pai, mãe ou outro familiar próximo que apresentou enurese na infância pode aumentar a possibilidade de a criança passar pela mesma situação.
Fatores de risco da enurese infantil
A frequência da enurese diminui com o avanço da idade. Os dados descritos na literatura e presentes no conteúdo atual mostram essa redução progressiva:
A frequência da enurese deve diminuir com o avanço da idade. Os dados disponíveis mostram a redução progressiva:
Idade | Frequência aproximada |
5 anos, meninos | 15% a 22% |
5 anos, meninas | 9% a 16% |
15 anos | Cerca de 1% |
Adultos | Cerca de 0,5% |
Esses números ajudam a entender por que o xixi na cama é relativamente frequente nos primeiros anos da infância.
Ainda assim, caso o caso persista, é importante ter atenção, principalmente quando existem outros sintomas urinários associados.
Qual é a diferença entre enurese primária e secundária?
A enurese (EN) pode ser classificada em dois tipos principais.
Enurese noturna primária (ENP): acontece em crianças que nunca permaneceram secas durante a noite por um período prolongado. Em geral, considera-se que não houve um período superior a 6 meses de controle noturno.
Enurese noturna secundária (ENS): ocorre quando a criança volta a apresentar episódios de perda de urina depois de estar seca por um período de pelo menos 6 a 12 meses.
Essa distinção é relevante durante a avaliação, porque o histórico do paciente ajuda o urologista para enurese noturna a compreender melhor a evolução do quadro.
Quais são os sintomas de EN?
A enurese pode ser monossintomática, isso significa que o único sintoma é a perda de urina durante o sono.
Em outros casos, aparecem sintomas urinários durante o dia. Entre eles estão:
urgência para urinar;
perda de urina associada à urgência;
alterações no jato urinário;
outros sinais de alteração do funcionamento da bexiga.
A presença desses sintomas pode mudar a investigação e a condução do tratamento. Por isso, durante a consulta, é importante relatar a frequência do xixi na cama, mas também como é a micção durante o dia.
E a enurese noturna em adultos?
A enurese em adultos é menos frequente do que na infância, atingindo pequena parte da população adulta. Ela pode persistir desde a infância ou reaparecer depois de um período de controle urinário.
Nesse grupo, a avaliação urológica ganha mais importância. O objetivo é compreender o histórico do problema e verificar se existem alterações de xixi que possam estar relacionadas aos episódios noturnos.
Adultos que apresentam escape de urina devem buscar auxílio médico, especialmente diante do reaparecimento dos sintomas após anos de controle.
Como é o tratamento da EN com um urologista?
O tratamento da enurese noturna depende das características de cada paciente. A avaliação médica permite identificar o padrão dos episódios, os sintomas associados e quais estratégias podem ser utilizadas.
O acompanhamento com um urologista para enurese noturna pode envolver duas frentes principais:
Tratamento medicamentoso
Entre as opções utilizadas na abordagem da enurese estão:
medicamentos anticolinérgicos;
imipramina;
desmopressina, também conhecida como DDAVP.
A escolha do medicamento, quando indicada, deve considerar idade, sintomas, histórico clínico e avaliação médica.
Tratamento comportamental
As medidas comportamentais podem fazer parte do tratamento e incluem:
alarme urinário, utilizado para ajudar no desenvolvimento da percepção da necessidade de urinar durante o sono;
treinamento vesical;
reforço positivo;
despertar programado;
treinamento de retenção.
A estratégia não precisa ser igual para todos. O que funciona para uma criança pode não ser adequado para outra, especialmente quando existem sintomas urinários associados.
Tenha avaliação especializada em São Paulo!
A enurese noturna é comum na infância, mas não deve ser tratada apenas como um problema comportamental.
O histórico dos episódios, a presença de sintomas durante o dia e a evolução do quadro ajudam a definir se existe necessidade de uma investigação mais detalhada.
O Dr. Fernando Almeida, urologista em São Paulo, realiza avaliação de alterações relacionadas ao funcionamento do sistema urinário e pode orientar a investigação e o tratamento de acordo com as características de cada paciente.
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