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Câncer de Pênis

Uma ferida que não cicatriza, machucados no pênis ou alteração na glande nunca deve ser ignorada.

Embora seja um câncer relativamente raro, o diagnóstico precoce aumenta significativamente as chances de cura e pode permitir tratamentos menos agressivos. 

Ter um urologista para câncer de pênis disponível é a melhor forma de identificar a causa da lesão e iniciar o tratamento adequado, quando necessário. 

Continue lendo este artigo e entenda melhor com o Dr. Fernando Almeida! 

O que é o câncer de pênis e quem está em risco?

O câncer de pênis é um tumor peniano que se desenvolve, na maioria das vezes, na pele do glande ou no prepúcio.

A doença é mais frequente em homens acima dos 50 anos, mas pode surgir antes dessa faixa etária, especialmente quando existem fatores de risco associados. 

Os principais fatores relacionados ao desenvolvimento do tumor incluem:

  • Infecção pelo HPV;

  • Má higiene íntima;

  • Ausência de circuncisão (fimose persistente);

  • Idade acima de 50 anos.

Esses fatores aumentam o risco, mas não significam que o câncer irá necessariamente acontecer. Da mesma forma, homens sem nenhum deles também podem desenvolver a doença.

Como identificar uma lesão no pênis?:

O sintoma mais comum é o surgimento de uma lesão no pênis que permanece por semanas sem cicatrizar. Muitas vezes ela começa como uma pequena ferida, úlcera ou área endurecida e pode passar despercebida no início.

Outros sinais merece atenção:

  • Tumoração na glande;

  • Lesão ou nódulo na pele que cobre a glande;

  • Tumoração no corpo do pênis;

  • Presença de secreção branca (esmegma);

  • Espessamento ou crescimento anormal do tecido da glande.

Nem toda lesão significa câncer. Infecções, doenças dermatológicas e inflamações também podem provocar alterações semelhantes. O que diferencia um quadro preocupante é a persistência da lesão e a necessidade de avaliação especializada.

Diagnóstico do tumor peniano

O diagnóstico começa com uma avaliação clínica realizada pelo urologista. Durante a consulta, são analisadas as características da lesão, seu tempo de evolução e possíveis fatores de risco, como HPV e histórico de fimose.

Quando existe suspeita de tumor peniano, o exame mais importante é a biópsia incisional. 

Ela consiste na retirada de um pequeno fragmento da lesão para análise em laboratório, permitindo identificar se a alteração é maligna, pré-cancerosa ou benigna.

Dependendo do resultado, exames complementares podem ser solicitados para avaliar a extensão da doença e orientar o planejamento do tratamento.

Tratamento do câncer de pênis

O tratamento do câncer de pênis é definido de acordo com o estágio da doença, o tamanho da lesão e o comprometimento dos linfonodos da região da virilha. 

O objetivo é remover completamente o tumor sempre que possível, preservando ao máximo a função e a anatomia do órgão.

Abordagem cirúrgica e complementar

A cirurgia é a principal forma de tratamento e está presente na maioria dos casos. Em situações específicas, ela pode ser associada à retirada de linfonodos, radioterapia ou quimioterapia.

Abordagem

Quando costuma ser indicada

Remoção cirúrgica da lesão

Base do tratamento na maioria dos casos

Linfadenectomia inguinal bilateral

Quando há suspeita ou confirmação de comprometimento dos linfonodos

Radioterapia ou quimioterapia

Casos mais avançados ou como tratamento complementar

Prevenção e higiene íntima

Grande parte dos fatores de risco do câncer de pênis está relacionada à saúde íntima masculina. Manter uma higiene adequada da glande, especialmente após relações sexuais e masturbação, reduz o acúmulo de secreções e ajuda na prevenção de doenças inflamatórias.

A vacinação contra o HPV também representa uma importante estratégia preventiva, principalmente quando realizada antes do início da vida sexual.

Conclusão

Cuide do seu corpo e preste atenção em feridas que não cicatrizam. O diagnóstico precoce do câncer pode ampliar as possibilidades de tratamento e preservação.

Se você precisa de um urologista para câncer de pênis, agende uma consulta com o Dr. Fernando Almeida para uma avaliação especializada e transparente.

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Prof. Dr. Fernando Almeida

Sobre o médico

Quem assina este conteúdo

O Prof. Dr. Fernando Almeida é urologista, cirurgião e professor, atuando como chefe da disciplina de urologia da Escola Paulista de Medicina (EPM-UNIFESP). Possui pós-doutorado pela Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) e vasta experiência clínica, dedicando-se ao diagnóstico e tratamento das doenças do sistema urinário de homens e mulheres, do aparelho reprodutor masculino e das disfunções do assoalho pélvico feminino.

CRM-SP: 95644 · RQE: 30284