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Prolapsos Vaginais

O prolapso vaginal ocorre quando os músculos, ligamentos e tecidos que sustentam os órgãos da pelve perdem parte de sua capacidade de suporte, permitindo que bexiga, útero, reto ou intestino se desloquem em direção ao canal vaginal. 

É mais frequente após os 50 anos e está ligado a partos vaginais, menopausa, obesidade e situações que aumentam a pressão abdominal. 

A avaliação com um urologista para prolapso vaginal em São Paulo permite identificar quais estruturas estão comprometidas e definir o tratamento mais adequado para cada caso.

Tipos de prolapso genital

A classificação depende da estrutura que perdeu sustentação, e é comum uma mesma paciente apresentar mais de um tipo ao mesmo tempo:

  • Cistocele: deslocamento da bexiga (a "bexiga caída"), o mais associado a sintomas urinários.

  • Prolapso uterino: descida do útero em direção ao canal vaginal.

  • Retocele: protrusão do reto contra a parede posterior da vagina.

  • Enterocele: deslocamento de uma porção do intestino em direção à vagina.

Por isso a avaliação considera o conjunto do assoalho pélvico, e não apenas o órgão mais alterado.

Sintomas de alerta

Os sintomas variam conforme o tipo e o grau do prolapso; casos leves podem ser silenciosos, enquanto os avançados provocam saliência visível. 

Entre os sinais mais comuns estão sensação de peso ou pressão na pelve, percepção de uma "bola" saindo pela vagina, dificuldade para urinar ou esvaziamento incompleto, urgência ou perda involuntária de urina, dificuldade para evacuar e desconforto na relação sexual. 

Diagnóstico

O diagnóstico é feito principalmente pela história clínica e pelo exame físico, quando o médico verifica quais estruturas estão comprometidas e o grau de deslocamento. 

Nem toda sensação de "bexiga caída" significa prolapso, só a avaliação especializada pode confirmar o diagnóstico. 

Tratamento do prolapso vaginal

O tratamento depende do grau do prolapso, dos sintomas e das expectativas da paciente. Casos leves podem ser acompanhados clinicamente, com medidas como fisioterapia do assoalho pélvico. 

Quando o prolapso compromete a qualidade de vida ou apresenta alterações mais avançadas, a cirurgia de prolapso é indicada para restaurar o suporte dos órgãos e corrigir a anatomia, preservando sempre que possível as funções urinária, intestinal e sexual. 

A correção pode ser feita por via vaginal, abdominal ( menos invasiva) ou combinada, conforme cada caso.

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A cirurgia de prolapso exige um planejamento adaptado para cada paciente e domínio de diferentes técnicas para realizar o procedimento, por isso, a experiência do cirurgião é decisiva no resultado. 

O Dr. Fernando Almeida é urologista com mais de 25 anos de atuação clínica e cirúrgica, Professor Livre-Docente e chefe da disciplina de Urologia na Escola Paulista de Medicina (EPM-UNIFESP), com pós-doutorado pela Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA).

Além da formação e da sua área de atuação, também possui mais de 50 publicações científicas e ampla atuação na formação de novos especialistas em urologia.

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Prof. Dr. Fernando Almeida

Sobre o médico

Quem assina este conteúdo

O Prof. Dr. Fernando Almeida é urologista, cirurgião e professor, atuando como chefe da disciplina de urologia da Escola Paulista de Medicina (EPM-UNIFESP). Possui pós-doutorado pela Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) e vasta experiência clínica, dedicando-se ao diagnóstico e tratamento das doenças do sistema urinário de homens e mulheres, do aparelho reprodutor masculino e das disfunções do assoalho pélvico feminino.

CRM-SP: 95644 · RQE: 30284